ELETROBRAS APROVA MODELO DE DESESTATIZAÇÃO DA CELG D

Assembleia geral de acionistas também aprovou a celebração do aditivo ao contrato de concessão, que foi assinado nesta terça-feira

Os acionistas da Eletrobras, reunidos em assembleia geral extraordinária nesta segunda-feira, 28/12, aprovaram a celebração do aditivo contratual que prorroga a concessão da CELG Distribuidora (CELG D) por mais 30 anos. Na mesma reunião, foi aprovado o modelo de desestatização da CELG D que consiste na venda da totalidade das ações da empresa de propriedade da Eletrobrás nas condições estabelecidas pelo Conselho Nacional de Desestatização. Para mais informações sobre tais condições, vejam o texto “Modelagem da Desestatização da CELG D está definida”.

A aprovação da venda das ações está condicionada à anuência da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para a repactuação da dívida da CELG D relativa à Conta de Itaipu, que permitirá passar sua indexação de moeda estrangeira para moeda nacional e ajustará a taxa de juros e demais condições de pagamento.

A modelagem da operação de desestatização ainda precisa ser avaliada pelo TCU. Só depois da repactuação da dívida da Conta de Itaipu e da avaliação pelo TCU será publicado o edital de desestatização, que apresentará as condições detalhadas para venda do controle da empresa, como data e formato do leilão.

A assinatura do aditivo ao contrato de concessão foi realizada na terça-feira, 29/12 de 2015. Este ato juntamente com a aprovação das condições de alienação das ações são etapas importantes do processo de desestatização da CELG D.

Aviso: A modelagem da operação de desestatização aprovada pelos acionistas da Eletrobras foi submetida ao TCU. As condições definidas na modelagem podem sofrer alterações decorrentes deste processo de aprovação, e as condições atuais não são vinculantes. Qualquer alteração nas condições aprovadas pelos acionistas da Eletrobras deverá ser reapreciada por esses.

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Por que um blog sobre a desestatização?

A CELG Distribuição (CELG D) é uma empresa controlada pela Eletrobras, que detém 50,93% do seu capital social. O governo de Goiás detém, via CELGPar, 49% do capital da empresa. Ela é uma das 10 maiores distribuidoras de energia do país.

A operação de desestatização da CELG D tem o objetivo de vender o seu controle a um investidor privado. Este novo operador terá o desafio de atuar para melhorar a qualidade dos serviços prestados aos usuários, inclusive realizando os investimentos necessários para atender às metas estabelecidas no contrato de concessão.

Para que a sociedade possa acompanhar este processo de perto, a governança da operação está lançando o blog CELG Distribuição Eficiente (www.celgeficiente.net), por meio do qual será possível acompanhar as principais notícias e cronologia dos eventos.

Periodicamente a consultoria de comunicação desta operação atualizará este blog com dados e informações a respeito do processo.

Contatos de imprensa:

Aviso: A modelagem da operação de desestatização foi submetida ao TCU e precisará ser aprovada pelas instâncias de decisão dos controladores da empresa para decisão de venda. As condições definidas na modelagem podem sofrer alterações decorrentes destes processos de aprovação, e as condições atuais não são vinculantes.

CELGPar adere à desestatização da CELG D

Assembleia de acionistas aprova condições para venda das ações da distribuidora

A CELG Participações (CELGPar) acaba de decidir pela adesão ao processo de desestatização da CELG Distribuidora (CELG D), empresa de distribuição de energia elétrica que opera no estado de Goiás. Essa decisão ocorreu em assembleia extraordinária realizada na última quinta-feira, 17 de dezembro, na qual os acionistas da CELGPar aprovaram as condições estabelecidas pelo Conselho Nacional de Desestatização para a venda das ações da CELG D e colocarão à venda o equivalente a totalidade das suas ações na empresa.

Isso contribuirá para que a CELG D se torne mais atrativa a potenciais investidores, contribuindo para um processo de desestatização mais competitivo e trazendo maior retorno à sociedade.

A CELG D é uma empresa controlada pela Eletrobras, que detém 50,93% do seu capital social, e pelo Governo de Goiás, que possui, via CELGPar, 49% do capital da empresa. Por esta razão, as condições da operação de desestatização da CELG D também precisam ser aprovadas pelos órgãos de administração da Eletrobrás, que tem assembleia de acionistas marcada para 28 de dezembro para discutir o tema.

Segundo os estudos de modelagem, a empresa foi avaliada em R$ 5,2 bilhões. Após dedução das atuais obrigações da CELG D, o valor da totalidade das ações foi estimado em R$ 2,8 bilhões. Com a adesão da CELGPar, serão colocadas à venda todas as ações detidas pela Eletrobras e CELGPar na distribuidora, com o preço mínimo de aproximadamente R$ 18,69 por ação. Do total, 5,093% do capital da CELG D será ofertado aos empregados e aposentados com desconto de 10% sobre o referido preço mínimo.

Modelagem da desestatização da CELG D está definida

Operação colocará à venda o controle da distribuidora de energia que atende ao estado de Goiás

O Conselho Nacional de Desestatização (CND) aprovou as condições da modelagem da desestatização da CELG Distribuição, empresa de distribuição de energia elétrica que opera no estado de Goiás. O modelo foi resultado de estudos conduzidos pela International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial, que foi contratada pelo BNDES. Enquanto o Ministério de Minas e Energia (MME) responde pela execução e acompanhamento deste processo, o BNDES tem o papel de prestar apoio técnico da operação.

A CELG D é uma empresa controlada pela Eletrobras, que detém 50,93% do seu capital social, e pelo Governo de Goiás, que possui, via CELGPar, 49% do capital da empresa. Por esta razão, as condições da operação de desestatização da CELG D também deverão ser aprovadas pelos órgãos de administração das duas empresas.

Segundo os estudos de modelagem, a empresa foi avaliada em R$ 5,2 bilhões. Após dedução das atuais obrigações da CELG D, o valor da totalidade das ações da CELG D foi estimado em R$ 2,8 bilhões. A Resolução 11/2015 do CND estabelece duas possibilidades de venda das ações:

  • Caso apenas a participação da Eletrobras na CELG D seja negociada, as ações serão vendidas em leilão ao preço mínimo de aproximadamente R$ 18,63 por ação. Neste caso, serão oferecidos aos empregados e aposentados a oportunidade de adquirirem 0,93% das ações com desconto de 10%.
  • Se forem colocadas à venda em conjunto todas as ações da Eletrobras e CELG Par, o preço mínimo da ação para o leilão será de aproximadamente R$ 18,69 para compensar um maior volume de ações que poderão ser ofertadas aos empregados e aposentados, equivalente a 5,093% do capital da CELG D.
  • O valor mínimo para desestatização da CELG D, somando as ações da Eletrobras e da CELG Par e incluindo o percentual destinado aos empregados, poderá chegar a R$ 2,8 bilhões.

Após a aprovação da modelagem da desestatização pelo TCU, assinatura do contrato de prorrogação da concessão e deliberação sobre alienação pelas instâncias decisórias da Eletrobras, será publicado o edital de desestatização, que apresentará as condições detalhadas para venda do controle da empresa, como data e formato do leilão.